
Na oração Sobre as Oferendas da Missa desse sábado da 7ª Semana do Tempo Pascal, nós rezamos assim: “Ó Deus, nós vos pedimos, a vinda do Espírito Santo, ele que é o próprio perdão dos pecados...” Esse texto litúrgico confessa que o perdão dos pecados não é uma coisa dada a nós, mas a própria pessoa de Deus em nós, o Seu Espírito Santo.
Entre o Espírito e o pecado há uma oposição. Recordemos que o pecado é o fechamento à comunhão com Deus, é um "não"ao projeto de Deus, é iludir-se que podemos construir a nossa história sem a ação deificante do Espírito de Deus. O Espírito, por sua vez, é Aquele que nos coloca de novo no dinamismo da vida trinitária, na vida da graça. Por isso Ele é o perdão dos pecados. Por isso, podemos afirmar que onde está Espírito, a graça de Deus, não há espaço para a desgraça do pecado. Por outro lado, onde o pecado encontra espçao, a ação do Espírito fica sufocada.
Essa realidade da oposição entre o Espírito e o pecado aparece de maneira eloquente nos evangelhos, quando Jesus afirma que até o pecado contra o filho do homem será perdoado, mas o pecado, a blasfêmia contra o Espírito Santo, não alcançará perdão, nem nesse mundo, nem no mundo vindouro (cf. Mt 12,32; Mc 3,29 e Lc 12,10). Jesus está dizendo com isso que o pecado contra o Espírito é o não acolhimento da ação de Deus. Lembrem-se que esse discurso se dá no contexto no qual o opositores Dele o acusam de estar possuído pelo diabo, mesmo vendo que suas obras são boas. O pecado contra o Espírito é a incapacidade de acolher com gratuidade o favor de Deus. Por isso não há perdão, não há espaço para a ação do Espírito de Deus, numa vida bloqueada pelo pecado. Porém, caso o coração humano se abra a Deus, ali novamente haverá a paz e alegria da graça de Deus.
O Espírito Santo é a pessoa de Deus mais próxima de nós. É Deus em nós. É o perdão em nós. Deixemo-nos guiar por esse dinamismo divino que habita em nós, gerando sempre uma obra nova.
Entre o Espírito e o pecado há uma oposição. Recordemos que o pecado é o fechamento à comunhão com Deus, é um "não"ao projeto de Deus, é iludir-se que podemos construir a nossa história sem a ação deificante do Espírito de Deus. O Espírito, por sua vez, é Aquele que nos coloca de novo no dinamismo da vida trinitária, na vida da graça. Por isso Ele é o perdão dos pecados. Por isso, podemos afirmar que onde está Espírito, a graça de Deus, não há espaço para a desgraça do pecado. Por outro lado, onde o pecado encontra espçao, a ação do Espírito fica sufocada.
Essa realidade da oposição entre o Espírito e o pecado aparece de maneira eloquente nos evangelhos, quando Jesus afirma que até o pecado contra o filho do homem será perdoado, mas o pecado, a blasfêmia contra o Espírito Santo, não alcançará perdão, nem nesse mundo, nem no mundo vindouro (cf. Mt 12,32; Mc 3,29 e Lc 12,10). Jesus está dizendo com isso que o pecado contra o Espírito é o não acolhimento da ação de Deus. Lembrem-se que esse discurso se dá no contexto no qual o opositores Dele o acusam de estar possuído pelo diabo, mesmo vendo que suas obras são boas. O pecado contra o Espírito é a incapacidade de acolher com gratuidade o favor de Deus. Por isso não há perdão, não há espaço para a ação do Espírito de Deus, numa vida bloqueada pelo pecado. Porém, caso o coração humano se abra a Deus, ali novamente haverá a paz e alegria da graça de Deus.
O Espírito Santo é a pessoa de Deus mais próxima de nós. É Deus em nós. É o perdão em nós. Deixemo-nos guiar por esse dinamismo divino que habita em nós, gerando sempre uma obra nova.
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