
Hoje celebramos a solenidade mariana mais importante: a Assunção da Virgem Maria aos céus em corpo e alma. Nesse dia solene, a Virgem resplandece vestida de sol (Ap 12,1), vestida de Cristo, luz verdadeira sem ocaso, como sinal de um tempo futuro.
O dogma da Assunção é consequência de um outro, o da Imaculada Conceição. Se Maria foi aquela que não conheceu o pecado, tendo em vista os méritos de seu Filho, ela não poderia experimentar a corrupção da morte, pois, como nos diz o apóstolo, o salário do pecado é a morte (cf. Rm 6,23). Como a Virgem não compartilhou do pecado, não poderia participar de seu soldo.
São Paulo diz em 1Cor 15,20-27 que em Cristo todos reviverão. Primeiramente o próprio Cristo, como o primeiro. Em seguida os que pertencem a Cristo. E não existe ninguém que viveu totalmente em Cristo como sua santa Mãe. Toda a vida de Maria foi vida na graça, graça que é o próprio Cristo. Por isso ela é a primeira criatura a participar da ressurreição plenamente, no seu corpo e na sua alma, ou seja: em todas as suas dimensões.
É por isso que Maria exulta e se alegra em Deus, que fez maravilhas em sua vida (cf. Lc 1,46-55). Maria reconhece que tudo aquilo que lhe aconteceu não se deveu aos seus méritos, mas foi tudo favor de Deus.
O hino da I e da II Vésperas do Ofício Divino de hoje canta no final da terceira estrofe: “no mais alto da Igreja estás sozinha” refedindo-se a Virgem Santa. De fato, somente Maria, depois de Cristo, encontra-se na glória. Mas ela permanece lá, sozinha, de braços erguidos, mostrando a todos os cristãos e a humanidade inteira que a meta é o céu.
E é justamente isso que a solenidade da Assunção nos recorda: não fomos feitos para vivermos aqui. Nossa vida somente tem sentido quando experimentamos caminhar aqui na certeza de que se Deus nos chamou e nos justificou no Batismo, também nos glorificará (cf. Rm 8,30). E a Virgem Santa é o sinal perfeito dessa realidade. Uma vez batizados no Espírito de Cristo, neste mesmo Espírito seremos divinizados.
Em um mundo que já não sabe viver e, consequentemente, morrer, nós cristãos devemos ser testemunhas de que Deus preparou para aqueles que Ele ama coisas que os olhos jamais viram, ouvidos não ouviram e nem sentiu o coração humano (cf. 1Cor 2,9). Dessa verdade a Virgem resplandece hoje como sinal.
O dogma da Assunção é consequência de um outro, o da Imaculada Conceição. Se Maria foi aquela que não conheceu o pecado, tendo em vista os méritos de seu Filho, ela não poderia experimentar a corrupção da morte, pois, como nos diz o apóstolo, o salário do pecado é a morte (cf. Rm 6,23). Como a Virgem não compartilhou do pecado, não poderia participar de seu soldo.
São Paulo diz em 1Cor 15,20-27 que em Cristo todos reviverão. Primeiramente o próprio Cristo, como o primeiro. Em seguida os que pertencem a Cristo. E não existe ninguém que viveu totalmente em Cristo como sua santa Mãe. Toda a vida de Maria foi vida na graça, graça que é o próprio Cristo. Por isso ela é a primeira criatura a participar da ressurreição plenamente, no seu corpo e na sua alma, ou seja: em todas as suas dimensões.
É por isso que Maria exulta e se alegra em Deus, que fez maravilhas em sua vida (cf. Lc 1,46-55). Maria reconhece que tudo aquilo que lhe aconteceu não se deveu aos seus méritos, mas foi tudo favor de Deus.
O hino da I e da II Vésperas do Ofício Divino de hoje canta no final da terceira estrofe: “no mais alto da Igreja estás sozinha” refedindo-se a Virgem Santa. De fato, somente Maria, depois de Cristo, encontra-se na glória. Mas ela permanece lá, sozinha, de braços erguidos, mostrando a todos os cristãos e a humanidade inteira que a meta é o céu.
E é justamente isso que a solenidade da Assunção nos recorda: não fomos feitos para vivermos aqui. Nossa vida somente tem sentido quando experimentamos caminhar aqui na certeza de que se Deus nos chamou e nos justificou no Batismo, também nos glorificará (cf. Rm 8,30). E a Virgem Santa é o sinal perfeito dessa realidade. Uma vez batizados no Espírito de Cristo, neste mesmo Espírito seremos divinizados.
Em um mundo que já não sabe viver e, consequentemente, morrer, nós cristãos devemos ser testemunhas de que Deus preparou para aqueles que Ele ama coisas que os olhos jamais viram, ouvidos não ouviram e nem sentiu o coração humano (cf. 1Cor 2,9). Dessa verdade a Virgem resplandece hoje como sinal.
Parabéns Luciano! Belo texto. Parabéns também pelo recebimento dss ordens: acólito e leitor. Estava lá e prestigiei. Foi lindo, tudo muito lindo. Não falei contigo pq tive que ir sair depois da comunhão. Meus parabéns e que venha logo, no tempo de Deus, a ordenação sacerdotal.
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