Hoje, 2 de fevereiro, a Igreja celebra um grande mistério: quarenta dias depois do nascimento do Menino Jesus, a Virgem Maria e José, seus pais, vão apresentá-lo ao Senhor no Templo de Jerusalém como manda a Lei de Moisés. Está lá, no livro do Êxodo: “Consagra-me todo primogênito, todo o que abre o útero materno, entre os israelitas. Homem ou animal, será meu” (Ex 13,2). O primogênito dos animais devia ser oferecido em sacrifício (cf. Nm 18,17); o dos homens deveria ser resgatado (cf. Nm 18,15), com uma rês de gado miúdo ou, se os pais não o pudessem, com duas rolas ou dois pombinhos (cf. Lv 5,7; 12,8). É essa última oferta, a dos pobres, que a família de Nazaré oferece. No entanto, mais do que isso, oferece, como a pobre viúva do Evangelho (cf. Lc 21,1-4) tudo o que tinha, o seu mais precioso dom: o Menino que lhes veio miraculosamente.
Apresentação, oferta: eis o primeiro ato cultual que o Filho de Deus toma parte em sua vida humana e que é prelúdio e antecipação de toda a Sua vida entre os homens e, sobretudo de sua entrega ao Pai na Cruz. Sim, toda a vida de Jesus é entrega; ao Pai em primeiro lugar e aos homens, seus irmãos, em conseqüência.
Hoje se cumpre a profecia do profeta Malaquias (3,1): “Então, de repente, entrará em seu Templo o Senhor que vós procurais; o Anjo da Aliança, que vós desejais, eis que ele vem, disse o Senhor dos Exércitos”. E vem para estabelecer uma aliança nova: não mais serão oferecidos sacrifícios impuros a Deus, mas ele renovará o sacerdócio de forma que os sacrifícios passem a ser agradáveis ao Senhor (cf. Ml 3,3-4).
Hoje o verdadeiro Templo entra no Templo; o Templo espiritual encontra o Templo de pedra. O Templo de Jerusalém, que era o lugar da presença de Deus, agora contempla verdadeiramente, em carne e osso, o Senhor que descia na nebulosidade da nuvem, sobre a Arca da Aliança. Este Templo de pedra logo cederá o lugar ao Templo verdadeiro, que é o Corpo, ou seja, a Pessoa de Cristo, conforme o Este próprio disse à Samaritana: “vem a hora em que nem nesta montanha nem em Jerusalém adorareis o Pai. (...)Vem a hora – e é agora – em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade” (Jo 4,21.23) e aos judeus: “’Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei’ (...) Ele, porém, falava do Templo do seu Corpo” (Jo 2,19.21).
Também a nós, hoje, é dado adorar ao Pai em espírito e em verdade. Recebendo em nós o Corpo do Senhor na Eucaristia, podemos adorar no Espírito e na Verdade que é o próprio Jesus. Assim, a nossa comunhão é completa com o Deus Uno e Trino. Deixemo-nos oferecer em oblação ao Senhor, como o próprio Senhor se deixou oferecer em oblação pela salvação do mundo, indo ao monte do Templo de Jerusalém hoje e, ao mesmo tempo, ao monte Calvário para a oblação perfeita e definitiva e que é tornada presente nesta Eucaristia.
Apresentação, oferta: eis o primeiro ato cultual que o Filho de Deus toma parte em sua vida humana e que é prelúdio e antecipação de toda a Sua vida entre os homens e, sobretudo de sua entrega ao Pai na Cruz. Sim, toda a vida de Jesus é entrega; ao Pai em primeiro lugar e aos homens, seus irmãos, em conseqüência.
Hoje se cumpre a profecia do profeta Malaquias (3,1): “Então, de repente, entrará em seu Templo o Senhor que vós procurais; o Anjo da Aliança, que vós desejais, eis que ele vem, disse o Senhor dos Exércitos”. E vem para estabelecer uma aliança nova: não mais serão oferecidos sacrifícios impuros a Deus, mas ele renovará o sacerdócio de forma que os sacrifícios passem a ser agradáveis ao Senhor (cf. Ml 3,3-4).
Hoje o verdadeiro Templo entra no Templo; o Templo espiritual encontra o Templo de pedra. O Templo de Jerusalém, que era o lugar da presença de Deus, agora contempla verdadeiramente, em carne e osso, o Senhor que descia na nebulosidade da nuvem, sobre a Arca da Aliança. Este Templo de pedra logo cederá o lugar ao Templo verdadeiro, que é o Corpo, ou seja, a Pessoa de Cristo, conforme o Este próprio disse à Samaritana: “vem a hora em que nem nesta montanha nem em Jerusalém adorareis o Pai. (...)Vem a hora – e é agora – em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade” (Jo 4,21.23) e aos judeus: “’Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei’ (...) Ele, porém, falava do Templo do seu Corpo” (Jo 2,19.21).
Também a nós, hoje, é dado adorar ao Pai em espírito e em verdade. Recebendo em nós o Corpo do Senhor na Eucaristia, podemos adorar no Espírito e na Verdade que é o próprio Jesus. Assim, a nossa comunhão é completa com o Deus Uno e Trino. Deixemo-nos oferecer em oblação ao Senhor, como o próprio Senhor se deixou oferecer em oblação pela salvação do mundo, indo ao monte do Templo de Jerusalém hoje e, ao mesmo tempo, ao monte Calvário para a oblação perfeita e definitiva e que é tornada presente nesta Eucaristia.
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